“Os cantores atraem pessoas, os verdadeiros adoradores atraem a glória de Deus”
Todos os que cantam, adoram? E os que adoram cantam de fato?
Vemos atualmente ouvimos muitas canções, porém poucas expressões de adoração.
Muitas belas melodias, multidões repetindo letras até muito bem elaboradas. Porém, pouca entrega e arrebatamento ao que está sendo declarado. Pouca vida, envolvimento, contrição, reverência e identificação com o espírito da palavra cantada. O tempo chegado é de atrairmos e vivermos a glória da segunda casa, onde de tudo que já vivenciamos até aqui não se compara a promessa de que a GLÓRIA DA SEGUNDA CASA SERÁ MAIOR QUE A PRIMEIRA.
Precisamos resgatar valores e atitudes que nos fizeram caminhar na glória da primeira casa, olhando para o futuro de uma glória, de um tempo de novidade, de restauração, de derramar do Espírito muito maior no nosso hoje. A vida das canções está quando a mesma faz parte dos nossos sentimentos, anelos, desejos para uma vida voltada pra Deus, e pra compreender o que Ele mesmo deseja fazer em nosso tempo. Existe um grande anúncio no coração de Deus: PROCURAM-SE OS VERDADEIROS ADORADORES!! O ministério Renascer em Cristo, em uma das suas canções expressa: “Que a minha vida seja um louvor a ti, cada momento um acorde especial, cada mês um hino novo, cada ano uma sinfonia, que cante o teu amor, Jesus. Que eu seja um instrumento afinado por ti, num tom da especial adoração.”
No livro de Ageu cap. 2, v. 1-9, o profeta olhava para um templo, para um projeto de Deus, inacabado, interrompido. O mesmo confronta as autoridades das épocas, o sacerdote Josué, e o povo para se voltarem ao projeto de Deus no seu tempo. Templo parado, é sacrifícios parados, falta de culto, de centralidade de Deus, de referência, de oração, de adoração. O profeta sentia o peso do coração de Deus, quando confrontava a realidade do passado com o que via no presente. Se nós igreja e noiva de Cristo, edificarmos a adoração e as canções sobre outras bases que não seja Deus como o Centro de Tudo, estaremos edificando trabalhos sobre a areia. Ouviremos pessoas saírem até mesmo emocionadas nos nossos cultos, mas não tocadas, transformadas pelo Espírito Santo. Se nós estivermos fadados a viver somente com base no que já vivemos no passado, estamos limitando o poder de Deus para o HOJE! Se nós nos conformarmos com os talentos e habilidades que já adquiridos até aqui, estamos inconscientemente, “pendurando as chuteiras” da dedicação, do esforço, e da excelência do serviço ao nosso Deus. E é nisto que existem muita gente entrando neste “mercado”, pela nossa própria negligência, e digo mais, cantores seculares mudando os seus próprios repertórios, bandas “inovando” e colocando em seus shows músicas evangélicas, com ritmos diferentes. Por quê? Será é porque existe um público dentro que outro público que curte está música? Uma música sacra que se torna profana, quando não existe uma vida ligada à vida de Deus, e acima de tudo, sem aliança com o próprio Autor da Vida. A música se torna profana, não existe um ambiente próprio para a adoração, existem misturas, e a bíblia é enfática: “Não pode jorrar da mesma fonte, água doce e água salgada”. As canções se tornam vazias, as pessoas entram em descrenças, ficam decepcionadas sem saber. Por quê? Olham para tudo, menos para o templo de Deus erguido na sua vida. E neste templo para que a glória se volte, os sinais se voltem, o Deus visite a casa antes dos sacerdotes entrarem no templo erguido de Salomão, se faz necessário sacrifício vivo, santo e agradável a Deus (Rm 12:1). O desejo de Deus é reedificar o Tabernáculo caído de Davi. (At.15:16).
O tempo é de juntarmos as pedras, remover as cinzas, e escolher as melhores ofertas em nossos serviços para um Deus Vivo e digno de receber a honra, glória, a força e o poder.
Aviva a tua obra ó Senhor, dentro de nós.
Augusto Cézar Pitancó de Lima

Nenhum comentário:
Postar um comentário