A figura do pai do Filho Pródigo
expressa parte do caráter de Deus:
- Possibilitava a reconciliação e
esperança de tê-lo o filho de volta, quando constantemente estava fora da casa
para vê-lo se chegava. E quando chegou, ele oportunamente correu para encontrá-lo
abraçá-lo e beijá-lo.
- Ainda conhecia das dimensões da
roupa do seu filho. Não utilizou a roupa do servo emprestada, nem suas
sandálias. As roupas eram novas, lavadas, e as sandálias nas dimensões do seu
filho.
- Era festivo, ao ponto de montar
uma festa extraordinária para o filho, sem ver o quanto isto custaria para ele.
- Ao pensar em alimentá-lo,
pensou em um novilho cevado. Carne fresca, de qualidade, sadia.
O filho sentiria em cada ato do
pai, do frescor da novidade. Ao cheirar a roupa, ao calçar as sandálias, ao ver
ouro em seu dedo, ao provar do paladar do alimento, ao ouvir as músicas de
festa, seus ouvidos seriam aquecidos com os sons, não de porcos de comiam junto
dele, mas de louvores de Deus que o amava... ele sentiria o calor do novo, o
ardor do perdão, e isto o faria esquecer do seu passado e o sentir amado pelo
resto da vida.
Fico constrangido em escrever
esta história e nem pergunto: Que amor é
este?
Deus faz novas todas às coisas em
nossas vidas... (sem comentários...)