terça-feira, 27 de março de 2012

Coração Livre para mais de Deus ( Jó 42:7-17)



A vida de Jó sempre foi marcante para todos nós. Desde os primeiros capítulos do livro de Jó, vemos o próprio Deus fazer referência dele. Jó foi provado, houve perdas, grandes perdas, mas  o fim das coisas é sempre melhor do que o começo. No texto citado, vemos um divisor de águas na vida de Jó, uma mudança de condição, de vida, um aumento de nível, um novo patamar de Deus em sua vida.

Entendo que muitas vezes, para milagres incomuns da parte de Deus, é necessário atitudes incomuns. Nós não somos comuns, e não devemos ser, pois a fé nos credencia a viver um novo estilo de vida. Jó no texto foi incomum, de tal forma que suas atitudes tocaram o coração de Deus neste texto. Vejamos estas atitudes:

1.     Jó tinha amigos difíceis, complexos, mas não deixou de conviver com eles.
O texto faz referência de amigos de Jó, não de conhecidos. O próprio Deus faz referência disto. Jó suportou questionamentos, se defendeu, mas apesar de tudo conviveu. Hoje em dia difícil não é viver, é conviver. Nisto entendemos que até as pessoas amáveis e desamáveis que convivemos fazem parte de um propósito de Deus em nossas vidas. Chegará um tempo que Deus dirá: Basta! Como ele fez aos amigos que atribulavam a vida de Jó. A bíblia vai mais além nesta questão, quando fala dos inimigos. Salmo 23 diz “Prepara uma mesa na presença dos meus inimigos, unge minha cabeça com óleo e o meu cálice transborda”.

2.     Jó intercedeu por eles, sem questionar a Deus.
O coração de Jó estava livre para perdoá-los. Não questiona a Deus, nem a eles, mas obedece e faz o que era para ser feito. O texto fala que Deus aceitou a oração de Jó, e não tratou os seus amigos conforme a suas loucuras. Aqui revela a atitude incomum de Jó: interceder por gente que lhe criou problemas. Hoje em dia é muito fácil fazer o bem a quem lhe faz o bem, mas o inverso, dura coisa é. Jesus nos ensinou isto nos evangelhos. Ás vezes estamos adiando as bênçãos de Deus em nossas vidas por que ainda não liberamos nosso coração. Temos pendências com pessoas, traumas, seqüelas, dívidas não pagas, palavras ditas, estamos presos em grilhões na alma e espirituais e não percebemos. Deus tem muito mais para nós e na sua matemática, quanto menos de você tiver, mais de Dele Ele derramará sobre sua vida.

Os frutos em na vida de Jó neste texto são tremendos:

1.     Deus mudou a sua sorte quando ele orava pelos seus amigos.
Deus reage a nossa fé. Precisamos agir pelo que cremos e não pelo que vemos. Esta é a química da fé. Uma fé que provoca mudança, pois ela está em Deus, e na sua palavra e não nas circunstâncias, e nas debilidades emocionais.
Deus deu o dobro a Jó de tudo que ele possuía. Que tremendo! Isto revela que Deus conhecia o passado, o presente e o futuro de Jó. Deus não apagou o passado de Jó, mas tomou-o como referência para engrandecê-lo ainda mais. É assim também conosco. “onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 8). No que se refere a pecado, quando conversados e arrependidos, Deus lançá-os no mar do esquecimento. Mas quando se refere a nossa história humana, Deus enriquece e reedita a nossa história. A mulher pecadora quando foi pega em adultério, o Mestre o perdoa e lhe diz: “ Vá e não peques mais”. Augusto Cury explica esta passagem  ressaltando que Jesus fala a mulher: “ Reedite a sua vida, mas sem o pecado fazer mais parte da sua história”.
Quando vemos o antes e depois em coisas em  nossa vida que Deus faz, dizemos: “Como Deus é fiel em minha vida!” “Como Deus é detalhista!!”. Aleluias!

2.     Deus, a partir de Jó, restaurou a sua família.
Seus irmãos o consolaram, semearam riquezas em sua vida. Estavam dispersos, e no texto, foram em sua casa, e o abençoaram. Deus curou a alma da família de Jó. Esperamos muitas vezes atitudes de outras pessoas para um grande milagre, e ás vezes o milagre começa dentro de nós mesmo.
Quando a família de Jó é restaurada, o versículo posterior, a bíblia fala de uma mudança de condição não limitada ao dobro, mas de um último estágio muito maior que o primeiro. Não há limites para o que Deus pode fazer em um coração puro, santo e curado.

A benção de Deus alcança a Jó em vários níveis:

1.     Honra diante de seus amigos
2.     Honra em sua família
3.     Prosperidade e bens
4.     Fertilidade
5.     Herança de benção de geração à outra geração
6.     Longevidade.

Como isto, finalizo desafiando a você querido (a) leitor (a) a pensar duas, três ou mais vezes antes de fazer do seu coração uma esponja de mágoas, traumas, ressentimento, e outros males. Olhe para a Cruz. O maior exemplo foi o Mestre, que mesmo escarnecido pôde interceder aos seus malfeitores dizendo ao Pai: “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem”.

Receba um coração livre, e se prepare para mais de Deus!!

Augusto Cézar Pitancó de Lima

(Comente esta postagem e edifique mais as nossas vidas)

terça-feira, 20 de março de 2012

Vencendo a Ansiedade



"Todos nós temos ansiedade: sim ou não? Sim!! É incrível que a palavra ÂNSIA  parece que faz parte  deste tema. Quem nunca sentiu ÂNSIA de vômito?? Eu já! ÂNSIA de comer aquele almoço, o bolo da festa, que viesse logo a hora da buffet do casamento, a entrega dos presentes, do canudo de formatura. ANSIA é desejo de algo, para fazer algo. Todos nós sentimos isto. Afinal: SOMOS HUMANOS!! Mas como dizia o meu saudoso avó Pitancó: TODO EXTREMO É PERIGOSO!!! Nobre sabedoria popular simplista mas profunda. É os extremos que nos ENVENENA, e PERDEMOS AS FORÇAS AOS POUCOS. Jesus condenava nos evangelhos os fariseus, quando até do cominho eles dava os dízimos, contudo deixavam de praticar a justiça e o amor. O apóstolo Doriel (Igreja Obreiros de Cristo em Recife), em uma das suas palestras na Escola de Líderes da IBCD em Jaboatão/PE, expôs que: “QUANDO O DIABO NÃO NOS TENTA AO PECADO, NOS TENTARÁ PARA A PRÁTICA DO BEM EM EXCESSO (em outras palavras: fanatismo)”. Na verdade, a ansiedade pode ser positiva quando ele desperta em nós um alerta que algo esta acontecendo, em nosso ambiente externo e interno, e provoca em nós mudança para uma atitude positiva. Ela é como um alerta que somos humanos suficientes. O próprio Jesus no Getsêmani, estava com extrema ansiedade, e reconheceu que precisava de amigos e oração. A sua alma estava triste até a morte, ele estava em agonia. Em 1 Pe 5:7 diz:  "Lançando sobre ele toda a vossa ANSIEDADE, porque ele tem cuidado de vós." E aqui temos algumas lições preciosas sobre o assunto:
1.     Devemos ser humanos suficientes para reconhecer a nossa ansiedade.
O próprio Jesus foi humano suficiente para pedir a Deus que se fosse possível passasse dele o cálice da morte. E ele orava intensamente, transpirava, mas TRANSFERIA A SUA DOR EMOCIONAL a Deus. Davi no Salmo 3, desabafa com o Senhor, quando fala a Deus de forma exclamativa de QUANTO TEM CRESCIDO O NÚMERO DOS SEUS INIMIGOS!!. Neste salmo, vejamos que Davi apesar de tudo, ainda dormia tranqüilo, pois fez Deus o seu escudo, sua glória.

2.     Devemos ter a confiança em lançá-la sobre Deus. Confiança é acreditar onde tudo parece obscuro, e ter fé para caminhar na direção de Deus. Deus é a nossa luz e a nossa salvação. Salmo 139:7-10, diz que “Para onde me ausentarei do teu Espírito e de onde fugirei da tua face, Se subir ao céu, lá tu estás, se fizer no inferno a minha cama, eis que tu ali estás também. Se tomaras as asas da alva, se habitar no extremo do mar até ali atua mão me guiará e a tua destra me susterá.

3.   Somos seres humanos contextualizados em várias áreas. Não omita algumas áreas diante de Deus achando que tudo está sobre o seu controle. A bíblia diz: Toda!!

4.   Não desconsidere os males de uma ansiedade descontrolada. Jesus, no Getsêmani, estava em um momento crucial, e que uma decisão sua fora dos planos de Deus poderia por em risco a humanidade. Ele tomou o ANTÍTODO (Oração, Clamor, Súplica, Humilhação), que o capacitou a tomar a direção correta. Vejamos que o Mestre pede mais de uma vez ao Pai para o cálice da morte ele não tomasse. Isto revela humanidade de Cristo, o Mestre é um exemplo de vida e de singularidade. Vejamos no contexto bíblico que Jesus, após sair do “lagar de azeite” ainda suportou a traição do seu discípulo, a negação de Pedro, a injustiça do povo de viu, comeu e recebeu seus milagres, da injustiça de Pilatos, os escárnios dos soldados romanos, dos insultos, até de malfeitores. Mas o Mestre resistiu fielmente, porque Deus o habilitou com a graça do seu Espírito para que ele fosse até ao fim do seu propósito. Uma atitude de Cristo, uma palavra, uma ordem, poderia trazer os Exércitos dos Céus a Terra, e exterminar a todos, mas ele foi obediente até a morte e morte de Cruz (Fl.2:5-10). Este foi o preço do Mestre, e sabemos e todos nós temos um preço a ser pago para que o plano específico de Deus se cumpra em nós. Devemos ter cuidado, pois quando permitimos uma ansiedade incontrolável falamos coisas que não devíamos e em fração de segundos, perdemos coisas que construímos por muito tempo. O excesso de ansiedade mexe com o nosso metabolismo, nosso sono, com o nosso estômago, nosso apetite, na forma que vemos a vida e nos relacionamentos. Precisamos transferi-lo para aquele que é o Jeová Rafá, O Príncipe da Paz.

5.     Acreditar em quem a ansiedade está depositada. O apóstolo Pedro falou, em outras palavras: “antes que você transfira tudo isto, Deus já tem cuidado (ação presente) de você. Demonstra que Deus está no controle de tudo, e nos ama com o amor incondicional. O cuidado é contextualizado de maneira pessoal, e Deus se relaciona conosco através do seu Santo Espírito que habita em nós.

Então, beba das águas purificadoras do Espírito Santo, e receba do jugo suave e fardo leve de Jesus em sua vida.

Augusto Cézar Pitancó de Lima

segunda-feira, 12 de março de 2012

O lobo que existe dentro de Nós


 
Uma noite, um velho índio contou ao seu neto sobre a guerra que acontece dentro das pessoas. Ele disse: "A batalha é entre dois ‘lobos' que vivem dentro de todos nós".

Um é mau: é a raiva, inveja, ciúme, tristeza, desgosto, cobiça, arrogância, pena de si mesmo, culpa, ressentimento, inferioridade, mentiras, orgulho falso, superioridade e ego.

O outro é bom: é alegria, paz, esperança, serenidade, humildade, bondade, benevolência, empatia, generosidade, verdade, compaixão e fé.

O neto pensou nessa luta e perguntou ao avô:
"Qual lobo vence?"
 O velho índio respondeu: "Vence aquele que você alimenta..."

Sergio Ferreira Pantaleão


quarta-feira, 7 de março de 2012

Heroína da Fé e um exemplo de vida e devoção

A vida da poetisa e compositora Fanny Jane Crosby (1820-1915) é tão impressionante quanto à qualidade e quantidade de seus hinos. Ao todo são quase nove mil hinos que incentivam a mudança de vida de pecadores, encorajam cristãos e inspiram toda a humanidade até os dias de hoje. É difícil ficar passível diante da força das palavras do hino 15 do tradicional Cantor Cristão, cujo título é Exultação: (1)
A Deus demos glória, com grande fervor,
Seu Filho bendito por nós todos deu
A graça concede ao mais vil pecador,
abrindo-lhe a porta de entrada no céus
Exultai, exultai, vinde todos louvar
a Jesus, Salvador, a Jesus redentor
a Deus demos gloria, porquanto do céu,
Seu filho bendito, por nós todos deu!
A beleza e o poder contidos nesses versos surpreendem ainda mais por terem sido escritos por uma mulher que ficou cega com apenas seis semanas de vida. Sua vida foi a prova de que dificuldade alguma pode conter a unção de Deus, nem mesmo tirar o prazer de um dos servos. Em outro de seus mais famosos e belos cânticos, intitulado Segurança, ela escreveu: 
Vivo feliz, pois sou de Jesus,
e já desfruto o gozo da luz [...]
Canta minha alma, canta ao Senhor,
rende-lhe sempre ardente louvor. (2)
Outra curiosidade na vida da maior autora de hinos da história da musica sacra é o fato de ela ter escrito seu primeiro cântico aos 44 anos.
Infecção nos olhos - Nascida em 24 de março de 1820 no município de Putnam, em Nova Iorque, Fanny tinha pouco mais de um mês de vida quando sofreu uma infecção nos olhos. O clínico geral estava fora da cidade e um outro médico fora chamado para tratar do caso. Receitou cataplasmas de mostarda quente e o efeito foi desastroso: a menina ficaria cega pelo resto da vida. O "médico" teve de fugir da cidade, tamanha a revolta suscitada entre os parentes e vizinhos do bebê.
Aos cinco anos, foi levada pela mãe para consultar o melhor especialista no país, o Dr. Valentine Mott. Uma coleta feita entre os vizinhos pagou a viagem. O pai de Fanny já havia morrido e a situação financeira da família era muito difícil. O sacrifício, infelizmente, foi em vão, já que o médico decretou o caso como incurável. A menina teve então de acostumar-se as dificuldades, ao mesmo tempo em que demonstrava uma habilidade incomum para compor poesias.
Naquela época, a mensagem do Evangelho foi plantada no coração da jovem Fanny, por intermédio de sua avó. Era ela quem passava horas lendo Bíblia para a menina, que demonstrava ter uma memória extraordinária: decorou diversos trechos do Livro de Rute e dos Salmos. Aos 15 anos, ela entrou para o Instituto de Cegos de Nova Iorque, para onde voltaria anos depois para ensinar Inglês e História. Como aluna e professora, Fanny passou 35 anos na mesma escola.
Testemunho de fé - Em 1844, escreveu seu primeiro livro de poemas - "A Menina Cega e Outros Poemas". Uma de suas primeiras participações como compositora aconteceu em um dos cultos de Dwight L. Moody, um dos maiores pregadores da história do Evangelho, que realizava uma conferência na cidade de Northfield, no estado de Massachussetts. Impressionado com o talento de Fanny, Moody pediu que ela contasse o testemunho pessoal de sua fé e de seu relacionamento com Deus. Assustada, Fanny a princípio relutou, mas depois leu a letra de um hino que acabara de escrever: "Eu o chamo de meu poema da alma. Às vezes, quando eu estou preocupada, eu repito isto para mim mesma, e essas palavras trazem conforto ao meu coração, disse ela, antes de recitá-lo." 
O hino, é verdade, não é citado em sua biografia, mas isso, de fato, pouco importa, já que poderia ser qualquer um daquelas centenas de cânticos que embalaram o avivamento americano no século 19, período que ficou conhecido como O Grande Despertamento. Naquela ocasião, os momentos de apelo à conversão eram freqüentemente inspirados por palavras como as do hino Mais perto da Tua cruz, composto por Fanny Crosby, em 1868: 
Meu Senhor sou Teu
Tua voz ouvi, a chamar-me com amor [...]
mais perto da Tua cruz leva-me, ó Senhor. (3)
Fanny era membro da Igreja Episcopal Metodista, de Nova Iorque. Ela era uma oradora devota e freqüentemente preparava os cultos infantis da igreja.
Casamento - Em 1858, Fanny casou-se com o professor de música e cantor de concerto Alexander Van Alstyne. Nessa época, ela havia deixado o ensino para acompanhá-lo tocando piano e harpa em apresentações públicas. Compôs diversas canções populares nesse período. Na mesma ocasião, a vida trouxe-lhe uma das maiores aflições que uma pessoa pode enfrentar: a perda de um filho. A criança, seu único filho, morrera ainda pequena.
Em 1864, por influência do famoso evangelista, escritor e compositor William Bradbury, que tem dezenas de canções registradas nos hinários e cantores cristãos até hoje, Fanny passou a escrever exclusivamente musicas sacras. Apaixonada por crianças e motivada pela perda irreparável de seu filho, a compositora criou um estilo próprio: "Achei que as crianças também tinham de entender as letras e as melodias teriam de ser simples também." Ela esforçou-se para retratar os temas do céu e o retorno de Cristo com palavras simples.
Ímpeto criativo - O número extraordinário de composições da autora pode ser explicado não só pelo ímpeto criativo de Fanny, mas também pelo fato de ela ter um contrato de trabalho com uma editora, a Biglow & Co., que a obrigava a entregar três composições novas a cada semana. Ela chegou a compor sete canções em apenas um dia. Como de hábito, não iniciava seu trabalho sem antes dedicar horas à oração.
Curiosamente, Fanny não escrevia as letras de seus hinos, por nunca ter dominado o método Braille. Dona de uma memória extraordinária, memorizava-as facilmente. Quando morreu, aos 94 anos, amigos e parentes escreveram na lápide de sua sepultura: Ela fez o máximo que pôde. Sem dúvida, foi uma heroína da fé.
Fonte: http://bloggerdopastorrodrigo.blogspot.com
Aconselho a todos este blog acima. Pr. Rodrigo ministrou no meu Encontro e Reencontro com Deus.
Testifico, é um profeta de Deus.
 

terça-feira, 6 de março de 2012

Cuidado: Pode existir uma ratoeira em sua casa...


Lição do Rato...

Um rato, olhando pelo buraco na parede, vê o fazendeiro e sua esposa abrindo um pacote. Pensou logo no tipo de comida que haveria ali. Ao descobrir que era ratoeira ficou aterrorizado.
Correu ao pátio da fazenda advertindo a todos:
- Há ratoeira na casa, ratoeira na casa!!!

A galinha:

- Desculpe-me Sr. Rato, eu entendo que isso seja um grande problema para o senhor, mas não me prejudica em nada, não me incomoda.

O rato foi até o porco e:

- Há ratoeira na casa, ratoeira!

Desculpe-me Sr. Rato, mas não há nada que eu possa fazer, a não ser orar. Fique tranqüilo que o Sr. será lembrado nas minhas orações.

O rato dirigiu-se à vaca e:

- Há ratoeira na casa!

- O que? Ratoeira? Por acaso estou em perigo? Acho que não!

Então o rato voltou para casa abatido, para encarar a ratoeira. Naquela noite, ouviu-se um barulho, como o da ratoeira pegando sua vítima. A mulher do fazendeiro correu para ver o que havia pego. No escuro, ela não percebeu que a ratoeira havia pego a cauda de uma cobra venenosa.

E a cobra picou a mulher... O fazendeiro a levou imediatamente ao hospital. Ela voltou com febre. Todo mundo sabe que para alimentar alguém com febre, nada melhor que uma canja de galinha. O fazendeiro pegou seu cutelo e foi providenciar o ingrediente principal. Como a doença da mulher continuava, os amigos e vizinhos vieram visitá-la. Para alimentá-los, o fazendeiro matou o porco. A mulher não melhorou e acabou morrendo. Muita gente veio para o funeral. O fazendeiro então sacrificou a vaca, para alimentar todo aquele povo.

Moral da História:

Na próxima vez que você ouvir dizer que alguém está diante de um problema e acreditar que o problema não lhe diz respeito, lembre-se que quando há uma ratoeira na casa, toda fazenda corre risco.

O problema de um é problema de todos!!!