Nestes dias estive refletindo sobre o termo: " Aquele que não tiver pecado, que lhe atirem a primeira pedra".
Conhecemos bem a narrativa desta história clássica da bíblia. Uma mulher pega em adúlteria, onde a lei jugava que ele deveria ser apedrejada. Os acusadores, poderiam executar a pena, mas escolheram testar o Mestre do Amor e da Graça. E se surpreenderam!
O que em impressina nesta história são os seguintes pontos:
1. Nunca tomem decisões sobre tensão momentânea.
O texto, fala que diante das acusações, Jesus, silenciava e escrevia no chão. O psicólogo Augusto Cury, fala que neste momento, as tensões celebrais de Cristo, estavam a toda poupa, mas sob controle. O mesmo também dos acusadores; e argumentar contra mentes quentes e ânimos exaltados, não é a melhor alternativa. O Mestre esperou um pouco mais. Esperou o foco de tensão diminuir, e assim dá o seu veredito, de forma mais objetiva e eficaz. Veja só, Cristo poderia também ser agredido neste cenário, eram muitos homens. Ele também poderia ser menosprezado com profeta, e Filho de Deus, caso seus argumentos não fossem suficientes convincentes. Jesus foi sábio, e conseguiu canalizar o que queria. Foi eficaz nas relações humanos e na administração de conflitos.
2. Tudo depende da forma que pensamos no altar da nossa consciência.
Quero chamar a atenção para os seguintes aspectos. Existem dois tipos de pedras neste texto. A primeira estava nas mãos dos acusados. Estavam porque a lei dava esta autorização baseada na justiça mosaica. Eles queriam seguir a risca, sem importar com a humanidade da mulher. Na verdade, ela era uma ameaça para a família e a reputação daqueles homens, pois, acredita-se que alguns deles também tiveram caso com ela. É o fator, "criar a justiça com as próprias mãos". Em Tiago diz que: " A ira do homem não produz a justiça de Deus".
Pare comigo um pouco e pense. Quem esteria legalmente credenciado para lançar as pedras naquela mulher: Aquele que não tivesse pecado. Certo? Neste caso, quem estava sem pecado? Cristo.
Ele sim poderia aplicar a lei. Mas a pergunta de Cristo, revela algo impressionamente: uns aos outros se julgaram naquele momento, e nenhuma acusação veio contra Cristo, contra a sua santidade. A consciência dos homens, não apontavam a Cristo como indigno, transgressor, e sim eles virão suas próprias mazelas, suas faltas com pecadores. E lançaram as pedras no chão, e formam embora convencidos, mas não convertidos.
Cristo, fez diferente. Pegou o poder da justiça que estava em suas mãos, e transformou-a na PEDRA DA GRAÇA para aquela mulher. Colocou aquela mulher sobre sua ROCHA, criou um novo caminho de Recomeço, longe do pecado.("eu também não de condeno, vá e não peques mais").
Isto nos faz refletir que a Graça e a Misericórdia, são partes do caráter de Deus, e como filhos devemos imitá-lo. Enquanto a Justiça diz: Pecou, merece sofrer a pena! A misericórdia diz: Vamos perdoar e dá-lhe uma nova opotunidade. A Graça, por sua vez diz: Teus pecados já foram pagos, perdoados e lançados no mar do esquecimento.
A escolhe está em nossas mãos.
Abraço fraterno,
A escolhe está em nossas mãos.
Abraço fraterno,